quarta-feira, 3 de setembro de 2014

HISTÓRIAS do PRATA: CASA do JULIANO.

A 1°foto: Assistindo a copa na casa do Eduardo. 2°foto:
Mas fizemos um grande bolão foi na casa do juliano, marido da minha filha Larissa. O bolão estava acumulado ja fazia três jogos porque ninguem apostava poucos gols para o Brasil e a quantia ia só aumentando. Naquele jogo todos queriam ganhar o bolão, por isso teve até dois apostadores que jogaram a fafor da Alemanha. Mas, apenas um magro 1 x 0 para a Alemanha.Quando começou o jogo e logo levamos um gol fui ao banheiro, quando voltei já tomavamos de 3. Aí foi só bola que entrava no Gol do Brasil. Galvão Bueno dizia:
Alá, outro gol, assim num dá?
No final estavam todos com cara de quem comeu e não gostou, até eu. kkk

HISTÓRIAS DO PRATA: DONINHO e o FRANGO.

Naquela época eu tinha um mercado. Uma senhora chegou-se para mim e disse:
"Seu Doninho, o senhor tem frango?"
Respondi:
Tenho sim!
Abrindo o freezer constatei que havia um único e miudo frango. Peguei o franguinho e disse:
Olhe este.
"O senhor não tem outro maior?"
Num insight, tive uma ideia brilhante, joguei-o novamente dentro do freezer, com a mão dei uma mexida, retirei-o novamente e disse:
Este parece maior.
Ela simplesmente me disse:
"Vou ficar com os dois."
KKK, Vaai Doninho...

HISTÓRIAS DO PRATA: MANÉ MORAIS.

Meu avô Neorcio Teodoro me contou que havia um fazendeiro muito rico no município do Prata chamado Mané Morais, sua mulher chamava-se Dona Ismélia. Eles eram muito ricos mas não tiveram filhos. Mané Morais comprou um fordinho 29, mas não aprendeu a engatar todas as marchas do carro, apenas a primeira e a segunda. Para sair da garagem ele mandou fazer um vão na parede do fundo onde ele saia e dava uma volta no meio do mandiocal retornando pela garagem e saindo com o carro de frente.Quando vinha ao Prata com D. Ismélia ele apertava o pé no acelerador para fazer o carro pegar velocidade. Com a marcha reduzida o carro saltava com mais facilidade e pulava pela estrada.Naquela época as estradas eram cheias de buracos porque eram feitas com o enxadão.O carro urrava e pulava. Dona Ismélia rechamava:
"você está correndo muuitoo"
e o Mané Morais retrucava:
"você sabe que eu sou doido porque você anda comigo".
kkk, com quem ela haveria da andar,se não com o seu marido, uai.

domingo, 31 de agosto de 2014

SER E NADA

Os primeiros filósofos chamados de pré-socráticos tentavam priorizar os elementos da natureza. Heráclito afirmava que o fogo por acender e apagar era o melhor para definir o ser. Ele dizia que não podemos emergir duas vezes no mesmo rio, porque as águas não são as mesmas e nem nós seremos os mesmos. O ser está em constante transformação, não pode “ser”, é um eterno “devir” (um mutante). Platão para resolver o “devir” criou o mundo das ideias, um mundo onde existe uma verdade absoluta, seres verdadeiros, objetos imutáveis, o Belo, a Justiça, o Bom. O nosso mundo é uma cópia do mundo das ideias, como uma Xerox do mundo inteligível. Por ser cópia e percebido pelos sentidos, muitas vezes aparece distorcido e apagado. O mundo em que vivemos para Platão é cheio de erros, ou seja, não é verdadeiramente bom para se viver. Para Sartre o ser é o que é, mas o ser humano é o ente para si, é um espaço aberto, um nada. O nosso corpo é ser em si, a consciência é um vazio que possibilita a mudança do ser e possibilidade de escolhas. A consciência (para-si) constata que a consciência posicional não pode ser consciência posicional de si mesma. A consciência interroga a si mesma numa atitude de reflexão (voltar-se para si mesmo). A consciência ao colocar-se como objeto, nadifica seu ser. A consciência é cheia de nada e nesse sentido como aquilo que é o que não é, e não é o que é, a consciência humana é nada. A consciência é posicional e define-se pela intencionalidade. A intencionalidade traz o fato de o mundo estar fora da consciência, ou que ela é sempre falta. Portanto, a presença da consciência diante de si instaura a distância de si com relação a si mesma, distância esta, definida como nada de ser. Para Nietzsche o niilismo (nada) é o falso valor imposto à sociedade. Assim, aprendemos buscar uma verdade absoluta, uma justiça total, para reprimir os nossos instintos naturais. Esse estado que castra os nossos impulsos e desejos angustia o nosso ser. A moral imposta pelo Estado aflige as pessoas e tenta justificar a nossa complexa existência por algo inatingível. Essa desvalorização dos instintos e da vida concreta tenta criar um Bom, uma Verdade e um Justo que acaba por afasta o homem de sua própria natureza. E a religião vem corroborar com a ideia dizendo que existe um mundo eterno. E por esse diapasão a vida real, terrena, é levada ao nada. Esses filósofos trazem o nada para a consciência, ou um problema maior ainda, a consciência é o próprio nada. Heráclito mostra que o ser é uma constante transformação, não é. Platão aceita este fato, mas cria um mundo onde o ser é: o mundo das Ideias. As religiões apropriam dessa ideia para criar o céu, o lugar onde se encontra Deus. DONINHO. 31/08/2014

terça-feira, 19 de agosto de 2014

EM SOCORRO AOS PROFESSORES.

Há muito tempo que a educação não é prioridade para os governantes no Brasil. Em consequência desse descaso e como os resultados não são satisfatórios, os professores são apresentados como os principais responsáveis por essa catástrofe. Toda a sociedade sabe que as avaliações na escola são manipuladas e que os alunos sempre avançam para as séries subsequentes. Por classificação, reclassificação e até mesmo por “espontânea pressão.” Entristece-me muito perceber que esta culpa é aceita por professores e professoras, que sentem os maus resultados da educação, na própria pele, ou seja, como se eles não estivessem aptos para ensinar. A pedagogia de modo sorrateiro cria projetos e artifícios para fazer andar a escola. Inventam e reinventam estratégias mirabolantes para parecer que o aprendizado está acontecendo. Muitos professores estão sendo acometidos por vários tipos de doenças em consequência de um falso ressentimento, pela incapacidade de ensinar quem não faz a menor questão de aprender. Mas aprenderam cedo, que a escola é lugar de diversão, farra e depredação. Menos de educação ou seria tapeação.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

AS TRÊS CLASSES SOCAIS

Karl Marx nomeou duas classes sociais no sistema capitalista: a burguesia que detém os meios de produção e que compra o trabalho do proletariado; do outro lado, a outra classe que tem interesses antagônicos à primeira classe: os trabalhadores, aqueles que não tem nada para produzir capital e são obrigados a venderem a sua força de trabalho aos burgueses. Para ele essas duas classes eram o motor da história. Com as crises do capitalismo e com a sua reelaboração ele vai se transformando. Com a produção da mais-valia e com a especulação capitalista, o dinheiro vai se acumulando. A ambição e as especulações imobiliárias provocam superprodução e financiamentos além da capacidade comercial do capitalismo em áreas específicas. Isso provoca crises no capital mundial uma vez que o sistema é globalizado. Mas, até hoje todas as crises foram vencidas a pena de modificações estruturais no próprio sistema. Uma das modificações foi aumentar alguns salários para trazer a ilusão de que todo trabalhador tem oportunidade de melhorar o seu salário e assim serem mais conformados com a exploração no trabalho. As reelaborações e a melhoria da tecnologia que produz mais com cada vez menos operadores cria uma classe entre os donos dos meios de produção e os trabalhadores que produzem a mais-valia. Essa classe é composta por aqueles que tem salários elevados, chefes e gerentes para fazer um trabalho ideológico com o trabalhador; com os trabalhadores autônomos, que produzem e comercializam geralmente com a ajuda de familiares, ou com um ou dois para ajudar como se da família fossem. Outros ainda são contrabandistas, agiotas, muambeiros, traficantes. Todos esses formam uma terceira classe intermediária: a classe Média. Essa classe mediana, palavra que da qual deriva “mídia” e ”medíocre”, é a responsável pela ideologia do capitalismo. As pessoas que compõem essa classe fazem a propaganda do sistema capitalista.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

SOU DO PRATA E SOU MOIADO!

O nome da nossa cidade está relacionado com o Rio da Prata. Na língua portuguesa podemos fazer concordância com a palavra que estamos evidenciando, no caso da cidade Do Prata: o Rio da Prata. A história da nossa região está relacionada com o mito de que neste rio teria sido encontrado um machado de prata. Para corroborar com o que dizemos, temos como exemplo a cidade do Porto em Portugal e mesmo no Brasil a Bacia Do Prata. Claro que há cidades que o nome, faz concordância com o próprio nome, como é o caso de Uberlândia. Mas eu não quero ser de prata, preferiria ser de ouro. Acho que trocar o nome da cidade sem um plebiscito é no mínimo uma ditadura. E que estamos atropelando a nossa história em nome de um eufemismo linguístico. Sou um pratense que preso a minha história, se você é do Prata e é molhado, manifeste a sua indignação contra esta ditadura eufemística.